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Campo Grande

Jovens de Campo Grande continuam se reunindo e fazendo aglomerações

Essas reuniões são divulgadas com frequência nas redes sociais

It News MS

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Jovens se reúnem mesmo na pandemia

Os dias não são de festas e muito menos de aglomerações, mas mesmo assim, muitas pessoas ainda não perceberam a gravidade que o mundo se encontra, principalmente o Brasil e o estado de Mato Grosso do Sul.

Fim de semana se aproximando é sinônimo de encontros entre jovens na Capital. Não só em Campo Grande, mas o número de pessoas que decidem se aglomerar em casa, é grande. Essas reuniões são divulgadas escancaradamente nos stories das diversas redes sociais.

Nos vídeos, festinhas, aglomerações e reuniões, com mais de 20 pessoas. Mesmo em casa, o perigo é o mesmo. Ainda mais que a variante P1 tem atingido a faixa etária mais jovem.

Ontem na cidade morena, em passagem pelos stories, tem um grupinho da high-society que toda semana se reúne mais de duas vezes para beber, fumar narguile e ouvir música com presença de djs.  Os encontros sempre são em lugares que não são divulgado. Em um desses encontros, a polícia foi chamada.

Mas não é só a high-society que se reúne não. Em outro momento, por meio dos stories, tinha gente enchendo a casa para celebrar um aniversário. Em nenhum dos vídeos, as pessoas estavam usando máscaras e mantendo o distanciamento necessário.

Durante a semana, um desses ‘festeiros’ foi abordado via Instagram por aquelas caixinhas de perguntas, onde um seguidor pediu sobre o risco das aglomerações durante a pandemia, e a resposta dele foi que ele “não tinha medo e não se preocupava muito com as consequências”. O mesmo jovem, em um vídeo que circulou na sexta-feira, antes de sair de casa, faz um alerta para as pessoas se cuidarem.

Enquanto muitos estão em leitos do hospital, esperando vagas de UTI ou tentando se recuperar da Covid-19, outras pessoas não estão tão preocupadas.

A orientação do Ministério da Saúde é clara: já passou da hora de todos se preocuparem. Evitar aglomerações, evitar festas clandestinas, evitar que o vírus se propague.

Números no Estado

Os números para o estado ainda não preocupantes. No último boletim epidemiológico emitido nesta sexta-feira (16), o Estado tem 235.010 casos confirmados e 5.099 mortes. O que mais assusta é o perfil desses novos casos: jovens entre 20 e 39 anos somam mais de 100 mil contaminados.

 

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