Conecte-se Conosco

Campo Grande

Andréa Aleixo divulgou vídeo em uma rede social refletindo sobre o acidente que vitimou a filha, Emanuelle

No vídeo, a mãe que também é médica, disse que acompanhou todo o processo de reanimação da filha. Andréa conta que orava e dizia “volta para a mamãe”. 

It News MS

Publicado

 em

A mãe da ciclista Emanuelle Aleixo Gorski, Andréa Aleixo, veio a público e compartilhou um relato pessoal e emocionante sobre a morte da filha, que aconteceu há quase um mês enquanto a jovem retornava de uma pedalada na companhia de uma amiga.

Assista ao vídeo.

“A moça ligou pra mim, conseguiu meu telefone e ligou falando que tinha tido um acidente, perguntei onde elas estavam e a mulher me falou que ela [Emanuelle] já estava sendo atendida pelo corpo de bombeiros e estava sendo levada para Santa Casa”, relembrou Andréa.

O hospital que a filha foi levada na noite do acidente, era conhecido pela médica e mãe da vítima. No depoimento, Andréa diz que a Santa Casa de Campo Grande foi o local onde fez residência, e pelas primeiras informações que tinha recebido, sabia que a filha, em estado grave, teria sido encaminhada para área vermelha da instituição.

“Chegou intubada as pressas e todo mundo tentando pela vida dela. Eu acompanhei de longe, era uma situação que eu era muito acostumada inclusive porque eu gostava de fazer emergência e nunca me vi numa situação de parente da pessoa que estava sendo atendida”, com a voz serena, Andréa trouxe a memória a cena que viveu.

Andréa que é médica e cirurgiã, destacou na postagem, a situação do atendimento da filha. Ela acompanhou o quadro da jovem, checou os sinais vitais e diz: ” foram feitas várias intervenções e estavam preparando para fazer uma ressonância nela, radiografia também. Essas coisas todas que a gente precisa para ver o que que talvez precise para ir pro centro cirúrgico, para operar”.

Neste momento, onde Andréa tomou a consciência da gravidade do quadro da filha, a médica fala que saiu “de perto e fiquei em oração lá fora, como qualquer mãe faria. Eu sabia que ela tinha parado e estavam fazendo reanimação nela, coisa que eu era acostumada a fazer nos outros e eu ficava pensando ‘filha você se deslumbrou com essa luz né'”, disse a mãe, com a voz embargada.

“E o deslumbre dela pela luz com certeza e a vontade dele [Deus] de ela já ter cumprido o que tinha que cumprir, eu entendi dessa maneira”, destacou Andréa.

“Mas o que eu penso é que ela não foi minha, ela foi emprestada pra mim e eu não sabia quanto tempo ela ia estar comigo e foram 21 anos e dois meses e uma semana, mas ela viveu livremente, graças a Deus, eu não tenho dor e nem angústia no meu coração”, compartilhou Andréa Aleixo.

Clique para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Enquete

Facebook

Publicidade